Mestres em seu ofício, "Silent Waters" é um produto que só comprova o quão original este grupo ainda consegue soar, postura realmente difícil de sustentar por muito tempo em pleno século XXI. O disco está algo mais obscuro, opressivo e melancólico que seu antecessor, e mantém uma grande variedade entre suas canções, indo de momentos realmente acessíveis, passando por arranjos mais climáticos e ainda com características da música extrema. Neste aspecto, as vocalizações de Tomi Joutsen continuam elegantes e versáteis, geralmente seguindo por linhas melódicas ou realmente serenas, mas novamente também flertando com o lado ríspido da coisa.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Silent Waters
Mestres em seu ofício, "Silent Waters" é um produto que só comprova o quão original este grupo ainda consegue soar, postura realmente difícil de sustentar por muito tempo em pleno século XXI. O disco está algo mais obscuro, opressivo e melancólico que seu antecessor, e mantém uma grande variedade entre suas canções, indo de momentos realmente acessíveis, passando por arranjos mais climáticos e ainda com características da música extrema. Neste aspecto, as vocalizações de Tomi Joutsen continuam elegantes e versáteis, geralmente seguindo por linhas melódicas ou realmente serenas, mas novamente também flertando com o lado ríspido da coisa.
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